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Nosso caminho por Santiago!

DSC02907Quando se fala sobre viagens, logo pode-se escutar dicas do tipo: “…você deve ficar no mínimo 4 dias lá”. Outro já diria: “… 4 dias? Não, essa cidade deve ser explorada em duas semanas!”! E essa é uma das primeiras decisões a se tomar quando você decide visitar um lugar. Quanto tempo ficar? Qual o período necessário para conhecer os atrativos?

Com as viagens que tenho planejado recentemente, vejo que é tão possível passar dois dias na Toscana, como 1 mês inteiro! A resposta para essa primeira decisão de uma viagem não está somente no local que você tem interesse em visitar, mas dentro de você mesmo! Por isso, talvez a primeira grande pergunta deveria ser: o que eu pretendo fazer lá? E quanto tempo vou precisar para fazer o que quero? Alain de Bottom, que escreve muito sobre viagens, viajantes e as interações decorrentes da prática de viajar, vai além, e diz que quando se pretende viajar, não é sobre o local a visitar que devemos nos perguntar, mas sim o que pretendemos mudar em nós mesmos com a próxima viagem! Interessante, não? Ultimamente tenho tentado pensar nisso, naquilo que estou procurando em cada nova viagem que realizo!

Nosso tour cultural pela Cidade do México

imagesQuando não se tem grandes expectativas sobre um lugar, e ele de alguma forma se destaque pelo que é, não há outro sentimento que consigo descrever além de me ver impressionada.

Na verdade, ainda sou uma pessoa que se impressiona com uma certa facilidade, mas também, faltam tantos lugares para eu ver nesse mundo! Acredito que há muita coisa diferente me esperando por aí…

Mas voltando a história, impressionada foi como fiquei quando no meu primeiro dia na Cidade do México, e ainda no período da manhã, presenciei inúmeros alunos da rede pública de ensino, de todas as idades, sentados nos corredores dos prédios do governo, localizados no entorno do Zócalo, escutando as explicações de seus professores sobre as pinturas que Diego Rivera havia feito ali. Eram paredes enormes, dos corredores que davam para os jardins internos, onde o colorido de seus desenhos contava um pouco da história do povo mexicano. Simplesmente lindo, e impressionante, tanto a arte de Rivera (que conheci lá, ‘pessoalmente’), quanto o contato das crianças com sua história, sua origem.