Mas seguir para Sydney era mais do que realizar um desejo, era estar num daqueles locais ‘mágicos’, divulgados em programas, revistas, internet. Assim que nosso avião fez a curva para se ‘endireitar’ para a pista do aeroporto, pude ver a Opera House bem branquinha lá em baixo, e do lado dela a Harbour Bridge, bem próxima uma da outra, como se fossem estruturas frágeis e pequenas! Já foi de arrepiar… e eu ainda nem estava lá!